Fake news: compartilhando o que não se deve.

Não é incomum encontrar, nas redes sociais, compartilhamentos, comentários e curtidas em postagens que não condizem com a realidade ou verdade. Algumas pessoas tomam as fake news como se estivessem acima de qualquer suspeita, por mais absurdas que possam parecer.

Mais grave ainda: muitas pessoas acreditam que compartilhar, comentar concordando ou curtir não tem relevância jurídica nenhuma. Mas tem! Quem contribui para disseminar aquela nota travestida de notícia e que de verdadeira não tem nada também tem sido responsabilizado pelos tribunais do país.

Fake news nas eleições.

Agora, em época de eleições, a confusão tende a aumentar, pois muitos interesses obscuros estarão por trás de praticamente toda notícia que não venha de portais sérios de jornalismo. E, às vezes, interesses nem tão obscuros assim. O bom senso de quem recebe a informação deve estar aguçado.

Dessa forma, replicar nas redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram, etc.) ou por aplicativos de comunicação (WhatsApp, Telegram, etc.) sem ter certeza da veracidade das informações é um risco que não vale a pena. Já existem diversas forma de conferir se são reais ou não. É o que se chama de fact checking (ou simplesmente checagem de fatos).

A atenção deve ser redobrada com as deep fakes. Sobre essa nova fórmula de denegrir a imagem e honra das pessoas já foi tratado neste blog e pode ser lido clicando-se aqui.

No vídeo abaixo, em palestra sobre fake news nas eleições, foi tratado do assunto.

Mas que se fique atento. Esta responsabilização não está restrita à época de eleições e nem a assuntos políticos. Tudo o que possa envolver a vida em sociedade demanda este cuidado.

Ou seja, bom senso, atenção e precaução com o que se lê e se compartilha. Conferir antes de compartilhar poupará dores de cabeça. E a vida no mundo virtual ser tornará mais saudável para todos.